O estudo das gerações Baby Boomers, X, Y (Millennials), Z, Alpha e a emergente Beta revela uma trajetória contínua que transita do modelo analógico, hierárquico e industrial até uma era dominada pela inteligência artificial, computação ubíqua e novos paradigmas de trabalho e sustentabilidade. Compreender os limites temporais de nascimento de cada uma dessas coortes e identificar seus traços distintivos permite não apenas analisar o passado e o presente das dinâmicas sociais, mas também antecipar os desafios organizacionais, educacionais e intergeracionais que moldarão as próximas décadas em escala global.
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