Enquanto houver uma única alma albiceleste cantando nas arquibancadas de concreto do Cilindro, a memória de Agustín Cejas, Roberto Perfumo, Alfio Basile, Humberto Maschio, Juan Carlos Cárdenas e do mestre Juan José Pizzuti continuará pulsando viva. Ela flutua como um pavilhão imortal sobre o céu de Avellaneda — um lembrete perpétuo de que, uma vez alcançado o topo do mundo, a grandeza torna-se uma chama que nem a seca de títulos, nem as lendas de maldições e nem o passar das décadas jamais conseguirão apagar. A caneta se cala, mas o eco das arquibancadas de 1967 ressoa para sempre na eternidade do futebol universal. A ORAÇÃO DO CILINDRO │ "Pelo passe de Maschio, pela raça de Basile e pelo chute de Cárdenas; Enquanto o Cilindro pulsar, o mundo continuará pertencendo à Academia.”
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