Aquele Inter jogava em rotação máxima. Tinha no gol a figura folclórica, mas monumental, do veterano Manga; uma linha defensiva liderada pela imposição imperial de Don Elías Figueroa e a classe de Marinho Peres; um meio-campo que combinava a raça incansável de Caçapava, a cadência refinada de Paulo César Carpegiani e a elegância divina de um jovem Paulo Roberto Falcão, que desfilava no gramado de cabeça erguida como se jogasse de terno e gravata. Na frente, a velocidade avassaladora de Valdomiro e Lula abria pontes para a presença de área implacável de artilheiros do calibre de Flávio Minuano e Dadá Maravilha.
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