O presente artigo apresenta uma investigação realizada com professores que atuam em escolas fixadas na zona rural, na região compreendida como metade sul do estado do RS. O estudo trouxe, por objetivo, uma reflexão sobre o êxodo do jovem do campo e as implicações dos currículos das escolas rurais quanto ao trabalho com valores culturais que deveriam fortalecer a identidade desses indivíduos para sua permanência no campo. No currículo das escolas, tanto rurais quanto urbanas, na busca de uma concepção neste mundo social e cultural cada vez mais complexo, e cuja característica mais saliente é a incerteza e a instabilidade, onde as questões da diferença e da identidade se tornam centrais, é de se esperar uma ideia que os estudos culturais, fortaleçam um espaço importante no campo das perspectivas do compromisso com a sociedade e com a cidadania.
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