Considerando que o cristianismo não passa de uma fábula romana, Superego Cultural aponta com a proposta no interior da obra do Pai da Psicanálise, Sigmund Freud, de, cada vez mais, retirarmos não apenas os véus da face, como também as vendas dos olhos do cristo, seus apóstolos, ministros, seguidores e algozes.
O nazareno poderia arriscar num confronto com os romanos, os quais talvez tivessem interesse em que um homem levasse consigo a culpa milenar de bárbaros que, interessados nas mulheres do pai primevo, mata-ram-no em bando e depois se arrependeram do feito, perdendo até mesmo o interesse pela força-motriz de semelhante atrocidade, a saber, a mulher. Essa tragédia pode ser lida na própria comunhão da Igreja Católica (a hóstia), assim como em crimes do inconsciente, conforme aquele de Édipo Rei.
João Rosa de Castro, profissional de letras, licenciado pela Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, verteu ensaios de Oscar Wilde (Caneta, Lápis e Veneno, A Decadência do Mentir, etc.); traduziu, pela Babelcube, Os Invasores de Marte: As Aventuras de Joaquim e Eduardo, primeira parte da saga infanto-juvenil, de Michael Ruman; participou, como aluno convidado, ao longo do ano de 2005, de encontros regidos pela Professora Munira H. Mutran, através do Departamento de Letras Modernas da FFLCH – Universidade de São Paulo. Fez seu primeiro contato formal com a literatura anglo-irlandesa, sobretudo o drama irlandês contemporâneo.
Iniciou pós-graduação também organizados pela FFLCH, em 2006. Atualmente, desenvolve poesia em língua portuguesa, divulgada na Internet (www.lumedarena.blogspot.com.br) e em diversas antologias poéticas na forma tradicional.
Dedica-se à versão, tradução e revisão em inglês e português, à filosofia, à música e à ciência.