A proliferação das imagens de terceira geração, forjadas através dos meandros simbólicos dos aplicativos de informática, demanda um novo olhar sobre como percebemos as manifestações visuais modernas, sobretudo as que circulam na mídia. Sua atualização, ora chamada de ícone pela teoria, guarda nuances que demandam um cuidado quanto a essa classificação. Neste ensaio, e a partir da observação do que se produz já há uma década em mídia impressa, defendemos parecer razoável que um grande número destas imagens conseguem gerar interpretantes típicos dos gerados por índices – o interpretante enegético. Pretendemos, assim, abrir caminho para uma discussão mais ampla a respeito desta categoria peirceana do índice, à luz das novas imagens da contemporaneidade.
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