As diferentes teorias em administração de empresas costumam ser apresentadas aos alunos na linha do tempo: primeiro Taylor, em segundo lugar Fayol e depois Weber. Ou, primeiro Drucker, em segundo Ansoff e aterrissa-se em Porter. Não é errado ensinar história do pensamento em organização ou estratégia, mas há o risco dos alunos, procurando pela teoria “certa”, acreditarem que o mais recente autor é o melhor. Um autor da primeira década do século XX não é necessariamente obsoleto, o mais recente, necessariamente original A intenção desta coletânea é ajudar a estudar, a compreender a literatura dos cursos de administração, levando o leitor a iniciar-se na capacidade crítica: ler e conseguir separar o relevante do secundário, os apelos toscos das contribuições robustas, extrair o que lhe convém e descartar o inútil. Raramente chegamos à universidade com essas habilidades e geralmente os professores esperam que os alunos as desenvolvam “naturalmente”, o que não acontece, é claro.
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