Durante quase quarenta anos, Miguel Duarte acreditou conhecer a história de sua família. Seu pai, Augusto, havia morrido em um acidente de carro em agosto de 1979. Seu irmão mais velho, Daniel, havia desaparecido pouco depois. Sua mãe, Clara, carregara o peso daquela tragédia até o fim da vida. Era uma história dolorosa, mas simples. Até que, depois da morte de Clara, Miguel encontra uma carta escondida. Nela, poucas palavras mudam tudo: “Na noite em que seu pai morreu, ele não estava sozinho.”
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