No mundo do meio – aqui – os textos percorrem vários cantos de uma cidade-privada e fotografam fatos que parecem normais como o metafórico espancamento d”O MENINO DO QUARTO ‘ESCURO’”; O emocionante crepúsculo solitário de uma idosa que “ENQUANTO VOCÊ DORMIA” preparava-se para descansar sua carcaça; A dolorosa despedida de um garoto e a desesperadora ausência do ente querido em seus “DIAS VAZIOS”; A ignorância de uma sociedade-papagaio que culminou no fechamento d”A PRAÇA”;Uma mulher que se deixou ser usada devido a sua carência e teve sua paixão de internet “ENFERRUJADA PELA MARESIA”; Como fofocas e boatos de uma vizinhança medíocre e hipócrita colocaram “O HOMEM QUE DANÇAVA NA VARANDA” em estado de vulnerabilidade; A “CAÓTICA TARDE PACÍFICA” de uma moça que prefere fingir não ver os sinais de uma rejeição; A estranha história de um garoto que saiu para ir à padaria e não voltou mais deixando com seus familiares apenas a sua “AUSÊNCIA PRESENTE”; entre outros.
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